Outra vez contra eles

Mais um dia e mais uma batalha que o comando mercenário Caroligian Guards tem de vencer. Desta vez lançado numa missão de relief em plena zona de ocupação dos Ghost Bears têm de começar por limpar a zona de elementos inimigos, que neste caso consiste de uma binária de Garrison Troops, e ao fim de vinte segundos já vêm um dos seus Goliath pelo chão, ao mesmo tempo que os guerreiros dos clans já perderam um Baboon e um Snow Fox, e um Blood Asp, ainda que não fora de combate, mas já a bater também no chão.











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Nas asas da glória

Decorria o ano da graça do nosso Senhor de 1917. Era um mês de Julho bastante agradável, nem muito calor, nem muito frio. A temperatura ideal para um passeio nas margens do Sena, não fosse a Europa estar a ser lavrada por uma guerra como nenhuma outra.

Claro! Não são todas?!” Foi a ideia que passou pela cabeça do 2nd Lieutenant Gerald William Ferguson após receber a informação de uma missão de máxima prioridade e de extremo secretismo, através de um estafeta do 16Squadron da Royal Flying Corps (RFC). Bebeu de um trago o conteúdo do seu flûte de champagne Dom Pérignon cuvée de prestige, olhou nos olhos da voluptuosa parisiense que o acompanhava, sorriu e disse:

Dias não são Dias, e nos tempos que correm o futuro não nos pertence…

Ao que ela lhe respondeu:

Mon cher, não precisas de dizer mais nada, sei perfeitamente o que estás a pensar, vamos tratar de virar mais uns canecos deste néctar dos deuses e depois vamos até ao quarto do hotel que isto de andar no engate cansa…

(Mas que raio pensavam vocês agora? que isto ia ser um romance? e que tal arranjarem vida própria? Continuando com a descrição do jogo de Wings of War que aconteceu no passado dia 16 de Setembro de 2012.)

O vento soprava por entre os campos de papoilas, o vermelho das suas pétalas contrastava com o verde e as cores de matiz claro que as envolviam. Tempo de colheitas. O Flight Sub-Lieutenant Aubrey Beauclerk Ellwood observava o fenómeno enquanto se recordava de uma bela tarde que tinha passado com a Tatiana por detrás do coreto lá do burgo onde cresceu. Encontrava-se tão absorvido na sua contemplação que não se apercebeu de um carro preto que se acercava.

Dele saíram 2 figuras bastante características, um alto e entroncado, o outro baixo e barrigudo. Foi o bater das portas que fez Ellwood regressar à realidade. Quando os viu, logo os reconheceu realizando que a vida não lhe iria sorrir! “Certamente mais uma missão do arco da velha!

Pouco tempo tinha passado desde a hora de almoço no aeródromo avançado, cerca de 30 km separavam as casernas dos pilotos das enlameadas trincheiras onde os “pobres desgraçados” infantes passavam as passas do Algarve.

O 2nd Lieutenant Ferguson, o seu observador, o 2nd Class Air Mechanic Fry e o Flight Sub-Lieutenant Ellwood tinham acabado de receber as indicações relativas à missão “top secret” e “extreme priority” que os esperava. O alvo localizava-se nas seguintes coordenadas N 39º 17′ 17.63”, W 8º 44′ 23.86”, uma fábrica de processamento de resíduos provenientes da industria suína, transformada para o fabrico de armas químicas. Armas que estavam a contribuir para o desequilíbrio da balança para o lado dos poderes centrais.

Mas está tudo maluco? Mas acham que só 2 aviões são o suficiente para limpar com aquela estrumeira?” proferia exasperado o 2nd Lieutenant Ferguson. “Vocês ao menos sabem o que é que se situa perto dessas coordenadas?”. Não era nada mais anda menos que o aeródromo de onde partia o novíssimo Fokker DR.1 do Rittmeister Manfred Von Richthofen, um avião ainda em fase de integração nas forças da Luftstreitkräfte, mas que já tinha provado o seu valor e superioridade face a grande parte das aeronaves ao dispor da RFC e restantes forças da Entente.

Para juntar à festa, o sangrento mês de Abril não tinha sido simpático para as esquadras de aviação da RFC, encontrando-se estas bastante desfalcadas.

O homem alto e entroncado responde-lhe para ter calma que a situação estava sobre controlo e que já tinham sido tomadas acções para responder a essa necessidade. Tinha sido solicitado o apoio da 65e Escadrille da Aéronautique Militaire, tendo esta enviado nada mais nada menos que o grandioso às, em ascensão, Sous Lieutenant Charles Nungesser, com o seu magnifico, mas já ultrapassado, Nieuport 17.

Com a força de ataque reunida:


O plano de batalha foi revelado:

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As paredes encontravam-se revestidas com cartazes a apelar à união nacional, ao patriotismo e ao sacrifício pelo império e pelo Kaiser. Havia alguma humidade, o tempo não era dos mais felizes, muito nebulado, e o orvalho matinal em nada contribuía para a melhoria das condições de habitabilidade. O sol avizinhava-se por detrás dos montes.

O jovem operador do telegrafo dizia mal da vida dele quando a máquina começa a dar sinais de vida. Após receber a totalidade da mensagem analisa-a e pensa “mais uma mensagem que não tem significado nenhum, estes gajos não têm mais nada para fazer na vida do que me atazanar?”, relutante levanta-se e dirige-se ao oficial de comunicações para lhe entregar a mensagem.

Quando é que recebeste isto?” questiona o oficial? Ao que o jovem operador de telegrafo lhe responde prontamente “Agora mesmo, senhor.”. Era uma mensagem codificada contendo a informação do ataque que as forças aliadas se preparavam para efectuar nesse mesmo dia nas primeiras horas da manhã.

O alarme suou e o leutnant Werner Voss levantou-se com bastante relutância da poltrona onde repousava após uma noite bem passada no bar dos pilotos. “Alguém anotou o nº de matrícula da carroça?” pensava enquanto bebia um copo de água, para aclarar as ideias. Levantou-se, vestiu o casaco de piloto, deslocou-se até à porta de saída e entrou na neblina matinal.

Eles aproximar-se-ão das nossas 2 horas.” afirmava Von Richthofen, o Barão Vermelho. O tempo estimado para a chegada das aeronaves inimigas acercava-se. Os mecânicos já tinham sido alertados e os aviões alemães já se encontravam em aprontamento.

Opa, como dizia o outro – Isso morre tudo!” comentava o Oberleutnant Ernst Udet enquanto agarrava nos seus óculos de voo e dava um trago na schnapps que se encontrava em cima da mesa. “É para aquecer as articulações! Já a minha avó dizia!”, quando se viu confrontado pelo olhar inquiridor do Barão Vermelho.

Recolheram o equipamento de voo e abalaram para fora do edifício em direcção aos aviões que os esperavam, com um aspecto e uma vontade predatória.

Pelo caminho cruzam-se com o leutnant Voss, que caminhava com um aspecto vergonhoso enquanto dava largos tragos na garrafa de água que empunhava.

Bem, calculo que não te interessem os pormenores do plano?” comentou o Oberleutnant Udet. Ao que Voss se limitou a acenar com a cabeça. Era um jovem piloto que contava já com 34 vitórias confirmadas aos comandos do seu fabuloso Albatros D.III.

Os 3 aviões encontravam-se alinhados perto da pista. A missão deles era de vida ou morte. Deveriam defender a fábrica com unhas e dentes.

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Os aviões alemães iniciam o jogo perto do objectivo que deveriam defender, o Albatros D.III do leutnant Werner Voss e o Albatros D.Va do Oberleutnant Ernst Udet no flanco esquerdo enquanto o Fokker DR.1 do Rittmeister Manfred Von Richthofen defendia o flanco direito da fábrica sozinho. A sua reputação assim o obrigava.

Os pilotos da “entente” a bordo das suas máquinas infernais apresentaram-se com o Nieuport 17 do Sous Lieutenant Charles Nungesser pelo flanco esquerdo, o Sopwith Camel do Flight Sub-Lieutenant Aubrey Beauclerk Ellwood ao centro e o Bombardeiro RAF RE 8 do 2nd Lieutenant Gerald William Ferguson e do 2nd Class Air Mechanic Fry, com a preciosa carga explosiva que permitiria o cumprimento da missão com sucesso, no flanco direito.

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O céu nublado sofria com a passagem das aeronaves que se preparavam para um importantíssimo embate que poderia alterar significativamente o desenrolar do conflito que assolava a Europa.

Os Albatros alemães percorreram com a máxima velocidade possível o flanco esquerdo com o objectivo de cortarem a passagem do bombardeiro que se aproximava ameaçadoramente do seu objectivo. Este ao observar a aproximação das aeronaves inimigas procura desesperadamente o apoio dos seus camaradas de armas.

Ao mesmo tempo que estes movimentos decorriam o Barão Vermelho posicionava o seu triplano de modo a poder contabilizar nova vitima para o seu grande historial. “Ora bem, na pior das hipóteses volto para a direita e corto a passagem do bombardeiro e apoio o ataque daqueles dois trambolhos”, cogitava Von Richthofen.

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O Flight Sub-Lieutenant Ellwood observou as manobras dos seus adversários e posicionou o seu ultrapassado Camel de maneira a cruzar a trajectória do Barão Vermelho e tentar a sua sorte cravando o triplano de chumbo. “Querem ver que sou eu que vou haviar o Insigne Barão?”, sonhava Ellwood ao mesmo tempo que primia o gatilho das suas twin synchronised Vickers guns, inflingindo 3 pontos de dano na estrutura e no motor do, já fragilizado (8 pontos de dano), triplano.

Querem ver que este gajo está com a pica toda?” pensou Von Richthofen enquanto se preparava para mais uma arriscada e ousada manobra que tanto o caracterizavam.

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As manobras dos aviões alemães levaram-nos a posições bastante favoráveis de modo a poderem proceder a um ataque mortífero contra o pesado e lento bombardeiro inglês.

O Albatros de Voss preparava-se para tomar uma posição predatória contra o seu primordial objectivo, o bombardeiro RAF RE 8, ao mesmo tempo que Udet e Von Richthofen voltam para se acercarem e encurralarem a sua presa.

O Sous Lieutenant Charles Nungesser com o seu novíssimo Nieuport 17 passava pela sangrenta batalha como cão por vinha vindimada. Certamente o seu objectivo no presente conflito seria testar a máquina e não entrar em atritos chatos e aborrecidos.

Ellwood pressionara de mais a sua máquina e não teve oportunidade de manobrar o seu camel para uma posição que lhe permitisse culminar o que tentara! Abater o Barão.

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Ao observarem que a sua presa se apresentava de uma maneira tão acessível o Oberleutnant Udet e o Barão pressionam os gatilhos das suas twin Maschinengewehr 08.

e conseguem o grandioso feito de abaterem de uma só passagem o flagelo que poderia assolar o resto das suas vidas.

Por sua vez o 2nd Lieutenant Ferguson tenta a sua sorte e concluir o que o Flight Sub-Lieutenant Ellwood não conseguira: Abater o Rittmeister Manfred Von Richthofen, mas a sua posição não era a mais favorável e somente conseguiu infligir um ponto de dano no já debilitado triplano.

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Os pilotos alemães tinham, por agora, conseguido cumprir a sua missão: proteger a preciosíssima fábrica.

Era tempo de regressar ao aeródromo para procederem a reparações e tomarem o tão merecido pequeno almoço. As salsichas e o café quente esperavam por eles na messe.

Os restantes pilotos da “entente” ao verem o bombardeiro, que lhes permitiria cumprir a missão, despenhar-se contra o solo constatam que tanto o piloto como o observador saiam, aparentemente, ilesos dos destroços.

Estes hunos não esperam pela demora” vociferava Ellwood enquanto se dirigia para as linhas amigas com o intuito de procurar apoio para resgatar os seus camaradas.

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A batalha já decorria há uns bons minutos! Aparentemente o narrador dos acontecimentos esqueceu-se da sua função! Devia estar muito ocupado a fazer algo…

O 2nd Lieutenant Gerald William Ferguson e o 2nd Class Air Mechanic Fry tinham sido resgatados numa atribulado e perigosa missão de “search and rescue” e já se encontravam a bordo de novo bombardeiro, munidos de uma força de vontade hercúlea e uma fé inabalável no seu objectivo, mesmo após terem presenciado o Nieuport 17, do camarada de armas Sous Lieutenant Charles Nungesser, ser abatido sem dó nem piedade pelos pilotos hunos.

Fry, é assim mesmo!” gritava o 2nd Lieutenant Ferguson para o seu observador, momentos após este ter conseguido abater o Albatros D.Va do Oberleutnant Ernst Udet. Mas para grande desgosto de Ferguson o embate que decorrera minutos antes fora o suficiente para que se distraísse momentaneamente do rumo que o seu RAF RE 8 estava a levar e quando deu por si, o objectivo passava ao seu lado esquerdo!

Raios! O objectivo tão perto e agora tenho que dar uma volta do camandro!”, vociferava Ferguson enquanto se preparava para efectuar uma volta para o seu lado direito.

Fry, consegues ver alguém na nossa cauda? Fry, não me ouves?” Quando olha para trás verifica que o 2nd Class Air Mechanic Fry pendia inanimado sobre a metralhadora que utilizara para abater o avião alemão. o Oberleutnant Udet ao ser abatido conseguira simultaneamente infligir danos mortais no bombardeiro inglês.

Ao mesmo tempo o leutnant Werner Voss aos comandos do seu Albatros D.Va lutava freneticamente para se libertar da perseguição que o Flight Sub-Lieutenant Ellwood, a bordo de um Sopwith Camel, lhe fazia.

Von Richthofen acabar de efectuar mais uma das suas manobras arriscadíssimas! Daquelas que o distinguiram dos restantes pilotos! (Pensava Von Richthofen para si mesmo – “Epá este jogo tem manobras bastante reais! uma pessoa tem que virar as cartas para poder ter a certeza de que é esta manobra que pretende!” – resumo do pensamento e das consequentes acções – Queria voltar para a direita e acabou por escolher uma carta de manobra que o obrigou a virar para a esquerda! – sem comentários!)

Voss conseguira livrar-se do assédio que Ellwood lhe promovia, a vida voltara-lhe a sorrir.

Caragos para isto! Este animal é mesmo bom naquilo que faz!” praguejava Ellwood enquanto se cruzava com o bombardeiro dos seus camaradas de armas, que ia a meio da volta de modo a permitir uma passagem exactamente por cima do objectivo a bombardear.

Von Richthofen concluíra uma manobra de Immelmann que lhe permitiria cortar a trajectória que o 2nd Lieutenant Ferguson planeara para concluir a missão.

Ferguson estica ao máximo os 150 cavalos do motor do bombardeiro, “ou vai ou racha! Desta vez não escapa, o objectivo está próximo”.

O barão conseguira o que pretendia, um posicionamento perfeito para poder metralhar e tentar abater o avião inglês, negando uma vez mais o sucesso aos pilotos inimigos. Prime o gatilho das suas metralhadoras, mas o resultado foi bastante insatisfatório, após todo o barulho proveniente das suas costureiras spandau, o bombardeiro inglês permanecia inalterado na sua vontade de concluir a missão.

O albatros de Voss concluira com sucesso mais uma manobra de Immelmann, o seu posicionamento era perfeito para metralhar impiedosamente o avião de Ferguson. Aproveitando a velocidade conferida pela manobra e exigindo toda a potência possível no motor mercedes que equipava o seu avião encurtou consideravelmente o hiato que os separava. A distância era a ideal para o correcto funcionamento das suas metralhadoras. Voss dispara as suas armas sem dó nem piedade para com os objectivos do 2nd Lieutenant Ferguson.

Von Richthofen, como uma ave de rapina, continua a perseguir a sua presa, com o duplo objectivo de impedir o bombardeamento da fábrica e engrossar o seu numero de vitórias.

Ferguson sente trepidações na estrutura do seu avião, “aguenta-te que o dia de hoje ainda será nosso!”. Enquanto o Sopwith Camel de Ellwood se prepara para retirar do campo de batalhar com a sensação de que a missão estaria prestes a ser cumprida.

Mas o debilitado avião de Ferguson já não resistiu a mais um ataque da aviação inimiga, literalmente morreu na praia. A vitória, mais uma vez, não escapara às forças centrais. Embora um dos seus camaradas tivesse sido abatido, o saldo final foi positivo. MISSÃO CUMPRIDA.

Os aviões alemães regressam para a sua base, com sensações contrastantes, a alegria de cumprirem a missão, mas ao mesmo tempo um sentimento de perda pelo camarada abatido. A batalhar tinha sido bastante exigente, como se pode ver pelos danos infligidos ao lado alemão:

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Fergusson retira-se dos escombros de mais um bombardeiro, desta vez com o seu camarada e amigo Fry entre braços, afinal ainda respirava. “Fry eles não esperam pela demora! Enquanto existirem ingleses com a tua fibra e resistência esses cães hunos não prevalecerão!

hum…..isso e couves lombardas!” foi a resposta do 2nd Class Air Mechanic Fry.

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FIM.

autor: Emanuel Dias

Bolt Action primeiros passos

Este foi o meu segundo jogo com as novas regras da Bolt Action e desta vez tivemos os Fallschirmjager contra os Ivans russos. Uma vez que o jogo propõe listas e pontos começámos com uma lista de 1000 pontos para cada lado.

Fallschirmjager: 1 First Lieutenant + 2 men (Vet) – 116 pts

1st squad – 1 NCO+9men (vet) 2Lmg 2 Smg 2 Assault Rifles 1 Pzfaust – 191pts

2nd squad – 1 NCO+9men (vet) 2Lmg 2 Smg 2 Assault Rifles 1 Pzfaust – 191pts

1 HMG Team (vet)- 65pts; 1 Sniper (vet) – 65pts 1Flamethrower (vet) – 65pts

1 Medium Mortar (vet) c/ observador – 75 Pts 1 StugIV (Reg) 230 pts

Soviet – 1 First Lieutenant+ 2 men (Reg) – 95, Medic+ 2 man 56 pts, Forward Observer 100Pts

1st Squad – 1Nco +10 men (reg) 1 Lmg – 130 Pts

2nd Squad – 1Nco +10 men (reg) 11 Smg – 143 Pts

3rd Squad (free) 1Nco + 10 men -1Smg, 1 Lmg (Inexp) – 23 Pts

1Hmg – 75Pts, 1 Sniper (Vet) – 65 Pts; 1 Heavy Mortar – 75 Pts

1 T34/85 (Reg) – 235 Pts

Para já os russos a tirar partido da sua Squad extra que pelas regras aparece de borla apenas tendo de pagar o equipamento. Assim temos que os alemães começam com 8 activações e os russos com 10.

Optámos por jogar o cenário 2 (Maximum Attrition) e ambos os comandantes optaram por deixar unidades para entrar em Outflank, no caso dos alemães uma squad e o Flamthrower e os russos o sniper e a squad de Smg, no caso russos o seu experiente e sábio general optou também por ter o observador a entrar em reserva(2º turno)

Como as regras deste cenário determinam após ser escolhido o lado de deploy as tropas vão entrando no 1º turno à medida que se vão tirando os marcadores de activação.

Os alemães comandados pelo grande general “Pequeno” Hans von Freiburg optaram por ceder o flanco direito apenas colocando aí o seu sniper e concentraram as suas forças no centro e na direita, curiosamente o general russo Pombalichenco respondia na mesma moeda.

Se estas regras se podem definir numa palavra esta deve ser rapidez. Grande mobilidade e velocidade de jogo sendo que o sistema de activações permite que um jogador nunca fique parado tendo que esperar pelo seu turno. Assim o 1º turno de jogo foi rápido apenas com as unidades a entrar na mesa e sem troca de tiros.

Ao segundo turno e com o general russo a tentar ganhar o cognome de Morcego de Vladivostock a squad de infantaria no flanco direito resolve movimentar-se e ficar na linha de tiro da HMG alemã causando as primeiras baixas nos Ivans. E para além disso o Observador da artilharia entra na mesa pelo único local em que nada observa, começa a nascer o mito do Morcego? Os 2 tanques que estão na mesa vão tentando jogar ao gato e ao rato e para já vão conseguindo.

Com o início do 3º turno chegam as unidades em outflank e após os necessários testes para entrarem todas estão aptas a entrar em batalha. Os russos activam primeiro e colocam no flanco direito a squad das Smg, tentam disparar sobre a unidade alemã que defendia o lado direito, mas mais uma vez não conseguiram ver que o alcance das suas Smg era curto para tal façanha, o comissário do NKVD começa a pensar em entrar em acção. Os alemães resolvem responder com a entrada do flamer e ao contrário do que seria de esperar e com um movimento digno de grandes generais ignoram a unidade russa acabada de chegar e despejam a sua carga inflamável sobre a já castigada unidade russa que tinha sofrido com o fogo da HMG, resultado vários mortos e 3 Pin markers, mas eis que alguém se esqueceu de levar combustível suficiente e após um “glorioso” 2 o flamer acabou aqui o seu jogo. Sem vacilar por este desaire o General Hans avança a unidade do flanco e a curta distância despeja tudo o que tem sobre os pobres russos acabados de chegar, resultado apenas um Ivan fica de pé a perguntar que raio de tempestade lhe caiu em cima. No flanco esquerdo com a chegada do sniper russo avizinha-se um duelo épico de franco atiradores, “inimigo ás portas” versão revista e aumentada?

Com a chegada do 4º turno as coisas pareciam correr de feição aos paras alemães o Stuh despeja tiro sobre a team de Hmg russa deixando apenas um desgraçado para contar aos amigos o que são os blindados alemães e as 2 squads de infantaria do lado direito são varridas da mesa. O observador russo continua a sua gloriosa corrida para tentar observar alguma coisa e no centro ambos os exércitos tentam ocupar as melhores posições. Mas eis que após algumas execuções sumárias os homens do NKVD resolvem colocar um pouco de juízo no general Pombalichenco, e num acto de bravura o sniper russo carrega o seu adversário e mata o sniper alemão a golpes de faca e coronhadas, existido mesmo relatos que o scope da sua arma ficou inoperacional ao ser usado num olho do observador alemão. Por seu lado o T34/85 entra em acção e aproveitando o entusiasmo do Stug alemão dispara um tiro que o deixa com um princípio de incêndio. Felizmente a sua experiente tripulação consegue apagar o fogo, mas fica inoperacional para dispara neste turno. Será que a maré está a mudar? Excesso de confiança alemão? Gritaram vitória cedo demais?

Parece que sim no 5º turno finalmente a artilharia russa chega e um violento bombardeamento caí sobre o flanco direito destruindo a team de flamer e deixando a unidade de infantaria carregada de pinmarkers o que a obriga a fazer Rally e perdendo assim um turno de movimento. Por seu turno o morteiro pesado com a sua tripulação acompanhada por um bondoso comissário político que só os mataria a todos depois de dispararem mais uma salva acerta em cheio na unidade de infantaria que ocupava o centro e estava a pressionar o comando russo, resultado 7 baixas e muitos pin markers a deixarem a unidade completamente inoperacional. Claro que os comissários não chegam a todo o lado e o T34 falha estrondosamente a oportunidade de destruir o Stug neste duelo de tanques fica a certeza de que quem activar primeiro no próximo turno terá uma grande hipótese de espalhar porcas e parafusos por todo o lado.

Após um turno tão destrutivo o general alemão consegue ordenar ao Stug que dispare o mais rápido possível e este responde pronto, mas a tripulação deve ter fechado os olhos pois consegue nem passar perto do T34, toda a vantagem se esfumou… e eis que a resposta não tarda e após um clamor um tiro acerta no Stug… mas nada acontece… até ver… Entretanto os alemães no flanco direito prevendo o pior tentam desesperadamente correr para mais perto do T34 para fazer uso do seu Pzfaust, mas novo revés… o sniper russo muito satisfeito com a sua carga dispara sobre o observador do morteiro alemão e eis que o morteiro fica completamente às escuras sem observador para o direccionar. Para cúmulo o estado maior russo ocupa o edificio de comando alemão na aldeia, o pequeno Hans espuma de raiva o que não augura nada de bom.

No derradeiro turno o Stug tenta activar e para tal tem de fazer um teste de moral, Ok nada de mais precisa de um 7 ou menos em 2D6 e eis que rola um glorioso 12 o que o obriga a rolar na tabela de FUBAR e resultado foge em pânico da frente de batalha… Bonito sim senhor. Por seu turno a terceira squad russa apesar de desgastada consegue eliminar a muito fustigada squad alemã e apesar de depois ser eliminada limpa o centro da mesa de alemães. e o T34 livre de oposição metralha com vontade redobrada a outra squad o que deixa os paras sem infantaria para continuar o jogo. Para terminar em glória o comandante alemão foge do campo de batalha deixando os sobrevivente abandonados à sua má sorte… Uma fantástica reviravolta russa num jogo fantástico.  Contando pontos ficaria algo como 6 para os Ivans e 3 para os alemães.

Grande jogo com regras muito boas e em que felizmente os pontos fracos não se notaram. Ou seja com apenas dois tanques na mesa não foi muito evidente a discrepância que nos army lists se nota na classificação de tanques. Apenas uma nota para os morteiros, quando o tiro falha o alvo devia ter uma alternativa para a morteirada aterrar, afinal os obuses não desaparecem no vácuo. (House rules urgentes). Mas de um modo geral as regras funcionam muito bem e deixam vontade de continuar a jogar mais e em maior escala. Tenho de me tentar vingar nos russos do general Farinhotievish.

Obrigado ao Paulo Pombal por ser um excelente opositor, ao Luís Pinto por estar de serviço a tirar marcadores de activação e ao Pires por chamar a atenção para os morteiros, por fim agradecer ao Manuel Pombeiro por ser o repórter de guerra de serviço com fotos dignas da AP.

The table 1

The table 2

The table 3

The table 4

The table 5

The Table 6

First turn, sorry but the Russian General dont have mutch time to paint his army, he prefer kill same german guys

Stug – a walk in the main street

The 1st Lt and his boys take a cover position

A side car and a communication point not part of the army, only to the picture

Come on inside boys

Hell, here is the Ivan?

Russian HMG strong point

The kids play around the little pine

Turn 2 – The Stug walk on the wild side

Hello!! Any body there?

First we take this house, them we take Berlin? Nazis like Leonard Cohen music?

Hurry up mens!

“Little” Hans with a big head hurt

Fire to the bastards

OK boys give me the little blanket and I stop the fire!

Hurrraaaaa!!!!!

Job done, eleven reds take the way to the hammer and stars

It´s Ok we can stop the fire!

What have I done to be here alone, ups! the sniper to my left is overkill, I think I need a little more cover

Turn 3 The Ivan take our little house, fire! Fire!

Run boys, Run!

Good try to take the T34/85, but to short!

I think a Stuka is comming? No only a 120mm shell! Take cover…

Turn 5 – Take note… The grey house with red flags is the German HQ… so?  but without germans in, chek

Another Hit and the Stug run for his live…

And from the sky… arrive the dead!!!!

Stº António… help us

Turn 6 – Little Hans live the building… and the game with no glory in is job

The Stug is abandoned by is crew

A very fair and funny game! Excellent!!!!!!

Waterloo – A Napoleonic experience

An excellent Napoleonic game played with the rules of the extinct Warhammer Historical: Waterloo – Tabletop Wargaming in the Age of Napoleon.

Maybe not the election rules to the must Napoleonic gamers, but they are simple and fun, that for me is the must important rule.

We have the Wellington Anglo-portuguese in one side and the Marshall Ney in the other, 1500 points for each side.

To be fair this time the gods dices have a pact with the french boys, 12 (6) in 28 dice rolls? And what we can say when in 2 turns all the Anglo-portuguese center is broken with rolls like 4 when they need a 5 in 2D6? They make that in 3 times, incredible.

At the end we have a very good gaming night with a lot of fun.

part of deploy

Scots Grey

French 3º de Hussards

Dragons and Artillary

A very heavy clash!

March to glory!

Aux armes citoyens,

Isenburg Light Reg

Marchon! Marchon!

The thin red line

No more Thin red line

Allons enfants de la Patrie!

Waterloo – Uma experiência Napoleónica

Um excelente jogo do período napoleonico com as regras da extinta Warhammer Historical: Waterloo – Tabletop Wargaming in the Age of Napoleon.

Poderão ser regras polémicas para os mais puristas, mas são de facto simples e proporcionam jogos do mais divertido possível e afinal não é mesmo isso que se pretende?

Tivemos a coligação anglo-portuguesa de Wellington contra os franceses liderados pelo Marechal Ney, 1500 pts para cada lado

Para ser justo temos de dizer que desta vez os dados foram lançados e os deuses foram franceses. 12 (6) em 28 dados? Só mesmo o Miguel Lopes, para não falar do modo como em 2 turnos o centro inglês quebrou com lançamentos em que rolou sempre abaixo de 4 em 2D6, quando um 5 era suficiente.

No final ficou a convicção que temos umas excelentes regras para de um modo descontraído passar uma noite de jogatana muito agradável.

parte do deploy

Scots Grey

O 3º de Hussardos francês

Dragões e Artilharia

Um embate pesado!

Marchando para a glória

Aux armes citoyens,

Isenburg Light Reg

Marchon! Marchon!

The thin red line

No more Thin red line

Allons enfants de la Patrie!